sábado, 18 de fevereiro de 2012

Crítica: A Invenção de Hugo Cabret



A Invenção de Hugo Cabret (Hugo, 2011) é um filme que ao mesmo tempo que homenageia o cinema consegue conquitar você com uma história encantadora. Hugo (Asa Butterfield) vive sozinho na estação de Paris em 1930 desde a morte de seu pai. Todo dia ele acerta os relógios da estação e tenta consertar um autômato deixado de herança por seu pai. Para isso ele rouba peças de uma loja de brinquedo cujo dono não é nada mas nada menos que George Méliés, um antigo cineasta pioneiro em diversos efeitos cinematográficos, cuja obra mais conhecida talvez seja Viagem à Lua (A Trip to the Moon, 1902). Só que Hugo não sabe disso... mas descobrirá em breve.
O primeiro filme em 3D de Martin Scorcese é completo. As atuações das crianças Asa Butterfield e Chloë Grace Moretz são ótimas (talves as melhores atuações infantis de 2011), o 3D é super bem utilizado e a história é maravilhosa. Os visuais então... não há palavras para descrever a beleza da estação de Paris. O filme envolve com o drama, a comédia, o mistério e a aventura, fazendo você mergulhar no universo de Hugo e de todos os personagens. Ao final você percebe que o filme não está indicado a 11 Oscar porque presta uma homenagem a história do cinema e sim porque é um filme nota 10 que justifuca cada bos crítica, cada elogio que recebe. E quando começa os créditos finais você fica triste porque sabe que esta obra-prima do grande diretor Martin Scorcese chegou ao fim e você tem que se despedir de todos os personagens e da estação de Paris.

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